Sumário

“Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada… Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro…”
Eita, Clarice!

É bem por aí.
A ideia desse blog não é popularidade, fama, ou qualquer coisa do gênero. Não quero comover ninguém, nem fazer daqui um divã ou uma sala de terapia onde eu vá despejar todos os meus problemas. Eu busco apenas um espaço para expor as minhas produções literárias. Afinal, é preciso compartilhar! De nada adianta guardar tudo o que se escreve para si. Tudo o que se seguir, considero consequência.

O nome do blog não quer dizer, necessariamente, que eu seja uma pessoa antiquada. É mais pro lado de que, as coisas das quais você lerá neste espaço, tratam de assuntos e temas que, hoje em dia, estão sendo esquecidos. Isso, ao meu ver.
Afinal, amor, paixão, sentimentalismo, idealismo, literatura, filosofia, são coisas de séculos passados, certo? Hoje a moda é ser “happy” – no matter how empty.

No sentido figurado, eu prefiro, então, fazer parte do passado remoto, do que ser membro deste presente mais que brilhante: colorido e fluorescente.

Ah, e tem uma coisa: eu não estou aqui pra mandar recado para ninguém, isso aqui não é correio elegante. Eu escrevo aleatóriamente, ao correr do tempo. Escrevo por mim, porque a minha essência pede.
Mais uma vez, faço minha as palavras de Clarice:

“Eu escrevo para nada e para ninguém. Se alguém me ler será por conta própria e auto-risco.”

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