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Ser ou não ser.

Quando penso em sociedade, em grupo, em comunidade, chego a uma conclusão fatídica sobre mim mesma: tudo isso me traz tédio. É, não me enquadro, não gosto e não admiro a vida em coletivo. Questões sociológicas nunca me tocaram ou … Continuar lendo

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Eu vejo você.

    Num deserto figurado, De almas áridas e sem viço, Entre olhos sem fulgor Eu vi você. Miragem ou refração? Sentidos confusos, Apurei a visão E vi você. Meu deserto floresceu, Choveu em minh’alma O fulgor prevaleceu. Quando vi … Continuar lendo

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Um sábado qualquer?

Neste sábado, junto ao Projeto Sorrir, visitei um dos asilos da cidade. Nada de diferente do que costumamos fazer, porém, neste dia, conheci uma senhora muito doce, que carinhosamente chamarei de Dona E. Magra, branquinha, acamada por uma fratura na … Continuar lendo

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Platonismo.

Da desventura do acaso em que coloquei os olhos sobre você, surge, implícito o não-sei-o-quê… Num ínfimo instante, Duas vidas inteiras E no teu belo semblante A armadilha certeira. Mal sabe de mim e do encanto presente. E cá dentro, … Continuar lendo

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Verdades de Junho.

Engraçado como em época de dia dos namorados a carência exala por todos os poros das pessoas (que se dizem solitárias)… E a carência denuncia toda a fragilidade, toda fraqueza e instabilidade humanas. Vi muita gente reclamar, lamentar, maldizer, e … Continuar lendo

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Vida pós-moderna.

Eu achava que odiava sociologia e psicologia social, mas ambas têm me acrescentado tanto que resolvi dar uma chance… Eu que sempre me achei demasiadamente individualista, sempre tive repúdio à sociedade e aos valores sociais, de fato ainda há coisas … Continuar lendo

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Crônica das estações.

“Às vezes a vida volta” disse Clarice. É verdade. Mas ela não volta atrás, ela não retrocede. Como as ondas do mar, as coisas que se vão às vezes voltam, renovadas, mais mansas ou ferozes; elas não voltam do passado, … Continuar lendo

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